Internacional
Segunda-Feira: As bolsas na Europa fecharam com direções divergentes evidenciando
cautela dos investidores diante de duvidas sobre os possíveis desdobramentos das sanções àRússia para economia europeia. O S&P 500 fechou em alta diante de uma agenda cheia ao
longo da semana.
Terça-Feira: O índice europeu e as bolsas dos EUA fecharam em direções divergentes. Os
mercados de ações da Europa encerraram o pregão em alta com seus ganhos parcialmente
reduzidos pelas questões geopolíticas. O S&P 500 fechou em queda onde as atenções dos
investidores ficaram divididas entre as novas sanções à Rússia impostas pelos Estados Unidos
e pela União Europeia.
Quarta-Feira: As bolsas europeias fecharam em queda enquanto o mercado americano
fechou próximo da estabilidade. Na Europa os investidores reagiram a resultados
corporativos aquém das expectativas e mantiveram cautela diante das tensões entre o
Ocidente e a Rússia. Nos EUA o dia foi marcado pelo anúncio de politica monetária do Fed.
Quinta-Feira: O composto europeu e as bolsas americanas fecharam em queda. Os
mercados europeus foram impactados pelos resultados corporativos decepcionantes. Em
Wall Street as bolsas declinaram em meio a um cenário de default da Argentina e tensões
geopolíticas, balanços corporativos ruins e preocupações com um possível aperto monetário
mais cedo pelo Fed.
Sexta-Feira: O mercado norte-americano e o composto europeu fecharam em queda. As
bolsas na Europa foram influenciadas por uma temporada desestimulante de balanços e
preocupações com uma possível alta dos juros nos EUA. As bolsas de Wall Street fecharam
próximo da estabilidade após a divulgação do payroll abaixo do esperado.
Doméstico
Segunda-Feira: O Ibovespa encerrou em queda. Assim como no último pregão, o recuo do
índice foi impulsionado pelo forte movimento de realização de lucros que sucede um período
de altas. Há grande expectativa pela divulgação de novas pesquisas eleitorais.
Terça-Feira: Apesar da alta de 7,43% no mês, o Ibovespa encerrou seu terceiro pregão de
quedas consecutivas, impulsionado pelos recuos nos papéis da Petrobrás e das construtoras.
As expectativas quanto aos dados macroeconômicos estadunidenses também receiam os
investidores.
Quarta-Feira: O Ibovespa fechou em queda amena após o comunicado do Fomc quanto à
política econômica estadunidense. Fatores domésticos impulsionaram a queda do índice:
divulgação de balanços corporativos e as expectativas pelas novas pesquisas eleitorais.
Quinta-Feira: Os mercados doméstico e internacional recuaram fortemente. As quedas
foram impulsionadas pelo calote argentino, baixa inflação na zona do euro, balanços
europeus, indicadores norte-americanos, resultado fiscal ruim no Brasil e balanços de
grandes empresas do Ibovespa.
Sexta-Feira: O Ibovespa encerrou próximo da estabilidade, influenciado pelo mercado
externo após um dia de agenda econômica intensa.
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