Nesta quarta-feira o Banco Central dos Estados
Unidos, anunciou um novo corte de 10 bilhões de dólares, reduzindo para 65
bilhões de dólares.
Após a reunião
o Fed. reconheceu que "a atividade econômica ganhou fôlego nos trimestres
recentes" e minimizou o fraco resultado de dezembro sobre abertura de vaga
de emprego.
Com um balanço
mostrando melhorias as perdas nos mercados acionários ocorreram depois do
anuncio. Em outra tendência, dos preços dos papeis da divida americana foram
para seu menor desde o final de novembro.
O dólar
avançou em relação ao euro, mas caiu sobre o iene.
As autoridades
mantiveram a promessa de manter os juros próximos de zero até bem depois de a
taxa de desemprego norte-americana, atualmente em 6,7 por cento, cair abaixo de
6,5 por cento, especialmente se a inflação permanecer abaixo da meta de 2 por
cento. Investidores especulavam sobre a possibilidade de o Fed alterar essa
diretriz já que a taxa de desemprego está próxima desse nível.
A partir de
fevereiro, o Fed comprará 65 bilhões de dólares ao mês, ante os atuais 75
bilhões de dólares. O banco central reduziu igualmente as compras de Treasuries
e de títulos hipotecários, para 35 bilhões de dólares e 30 bilhões de dólares
mensais, respectivamente.
Sinais de
melhora na economia norte-americana sugerem que o Fed manterá a trajetória de
redução das aquisições, conforme já previu Bernanke de que o programa será
reduzido gradualmente e concluído ainda neste ano. Esta reunião foi última de
Bernanke antes de Janet Yellen assumir o comando da autoridade monetária.
Dados
divulgados nas últimas semanas, incluindo gastos do consumidor e produção
industrial, foram amplamente otimistas e alimentaram a tese de que a economia
está melhorando. Analistas estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA
cresceu no ritmo de 3,2 por cento no quarto trimestre, acima da tendência, após
o avanço de 4,1 por cento apurado nos três meses anteriores.