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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O BC americano vai reduzir gastos em 10 bilhões.


 Nesta quarta-feira o Banco Central dos Estados Unidos, anunciou um novo corte de 10 bilhões de dólares, reduzindo para 65 bilhões de dólares.
Após a reunião o Fed. reconheceu que "a atividade econômica ganhou fôlego nos trimestres recentes" e minimizou o fraco resultado de dezembro sobre abertura de vaga de emprego.

Com um balanço mostrando melhorias as perdas nos mercados acionários ocorreram depois do anuncio. Em outra tendência, dos preços dos papeis da divida americana foram para seu menor desde o final de novembro.
O dólar avançou em relação ao euro, mas caiu sobre o iene.

As autoridades mantiveram a promessa de manter os juros próximos de zero até bem depois de a taxa de desemprego norte-americana, atualmente em 6,7 por cento, cair abaixo de 6,5 por cento, especialmente se a inflação permanecer abaixo da meta de 2 por cento. Investidores especulavam sobre a possibilidade de o Fed alterar essa diretriz já que a taxa de desemprego está próxima desse nível.

A partir de fevereiro, o Fed comprará 65 bilhões de dólares ao mês, ante os atuais 75 bilhões de dólares. O banco central reduziu igualmente as compras de Treasuries e de títulos hipotecários, para 35 bilhões de dólares e 30 bilhões de dólares mensais, respectivamente.

Sinais de melhora na economia norte-americana sugerem que o Fed manterá a trajetória de redução das aquisições, conforme já previu Bernanke de que o programa será reduzido gradualmente e concluído ainda neste ano. Esta reunião foi última de Bernanke antes de Janet Yellen assumir o comando da autoridade monetária.


Dados divulgados nas últimas semanas, incluindo gastos do consumidor e produção industrial, foram amplamente otimistas e alimentaram a tese de que a economia está melhorando. Analistas estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu no ritmo de 3,2 por cento no quarto trimestre, acima da tendência, após o avanço de 4,1 por cento apurado nos três meses anteriores.